Experiências e guias locais em Galápagos
Base em Puerto Ayora, na ilha Santa Cruz: tartarugas-gigantes, leões-marinhos e iguanas-marinhas, snorkel e mergulho, e passeios de um dia a ilhas como Bartolomé ou Seymour Norte.
Natureza
Puerto Ayora, na costa sul da ilha Santa Cruz, é a cidade mais populosa de Galápagos e a base mais prática para percorrer o arquipélago, a cerca de 1.000 km da costa do Equador e Patrimônio da Humanidade desde 1978. As ilhas vulcânicas abrigam espécies que não existem em nenhum outro lugar: tartarugas-gigantes nas terras altas, iguanas-marinhas, leões-marinhos e atobás-de-pés-azuis. O encontro de correntes frias e quentes alimenta uma vida marinha excepcional, com tubarões, raias e tartarugas-marinhas. A maioria dos locais do Parque Nacional só pode ser visitada com um guia naturalista licenciado.
Atividades
- Passeios de um dia de lancha, com guia naturalista, a Bartolomé (mirante do Pinnacle Rock e snorkel), Seymour Norte (atobás-de-pés-azuis e fragatas), Plaza Sur ou Santa Fe
- Mergulho em Gordon Rocks e outros pontos próximos, com tubarões-martelo e correntes fortes, só para mergulhadores experientes
- Bahía Tortuga, a cerca de 2,5 km a pé da cidade: iguanas-marinhas na praia grande e banho apenas na enseada protegida
- Las Grietas, uma fenda vulcânica de água cristalina para nadar e fazer snorkel, hoje com entrada acompanhada por guia credenciado
- Terras altas de Santa Cruz: tartarugas-gigantes em liberdade, túneis de lava e as crateras de Los Gemelos
- Estação Científica Charles Darwin, na própria Puerto Ayora, e seu centro de criação de tartarugas, visitado com guia
Quando ir
Galápagos pode ser visitado o ano todo. De dezembro a maio faz mais calor (em torno de 25 °C), o mar fica mais calmo e o sol se alterna com pancadas de chuva fortes e curtas. De junho a novembro é a temporada da garúa: mais fresco (uns 22 °C), céu encoberto, garoa e mar mais agitado, com águas mais frias e ricas em nutrientes. Vale reservar os passeios com antecedência, pois as vagas por local são limitadas.
Como chegar
Há voos de Quito (UIO) e Guayaquil (GYE) para Baltra (GPS), de 1 h 30 a 2 h a partir de Guayaquil. O Cartão de Controle de Trânsito é registrado antes do check-in e a taxa de entrada no Parque Nacional é paga na chegada. De Baltra: ônibus até o canal de Itabaca, travessia de balsa de uns 10 min e ônibus ou táxi de 30 a 45 min até Puerto Ayora. Lanchas públicas ligam Puerto Ayora a Isabela e San Cristóbal em 2 a 3 h.
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Atividades neste destino
Experiências
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